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domingo, 9 de junho de 2019

Amiga diz que terapeuta não trabalhou em presídio, em Piraquara, e se formou há duas semanas

(Foto: Arquivo Pessoal)
Uma amiga da terapeuta ocupacional encontrada morta, na tarde desta quinta-feira (6), afirmou à reportagem da Banda B que a vítima havia se formado há apenas 2 semanas e trabalhava em uma escola e em um lar de idosos, não em uma penitenciária, como informou inicialmente à polícia o marido da vítima. O corpo de Aline Miotto Nadolny, de 27 anos, foi descoberto ao lado do muro da Colônia Penal Agrícola, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba.

“Nossa turma se formou há duas semanas e a Aline já trabalhava na área em um lar de idosos e em uma escola, não na penitenciária”, disse a amiga, que não quis ser identificada. Segundo ela, o marido contou que Aline teria saído de casa, por volta das 6h10, a caminho do ponto de ônibus, e a partir daí não se teve mais notícias dela. “Segundo o próprio marido, ela saiu de casa por volta das 6h10, a caminho do ponto de ônibus e não apareceu mais. Ele conseguiu acessar informações do celular dela que indicavam que o aparelho foi desligado às 6h17 e se encontrava próximo de casa, no bairro Alto da XV”, relatou.

“Não faz sentido ela estar naquela região de Piraquara. Ela estava lá porque mataram minha amiga e deixaram o corpo lá. Algo aconteceu nesse caminho até o ponto de ônibus. Agora só esperamos descobrir o quê”, completou.

De acordo com a amiga, Aline era uma menina doce, dedicada e apaixonada pela profissão. “Não tinha problemas com ninguém, então não imaginamos quem e porque faria algo assim com ela. Estamos estarrecidos, foi um susto enorme”, lamentou a amiga, também comentando sobre o relacionamento da vítima com o marido. “Ela nunca se queixou. Ele pode ter falado que ela trabalhava na penitenciária por estar em estado de choque”, concluiu.

O DEPEN (Departamento Penitenciário do Paraná) confirmou à reportagem que Aline nunca fez parte do quadro de funcionários do sistema penitenciário. A Polícia Civil segue com as investigações sobre o caso e tenta identificar os autores e as motivações do assassinato.

Fonte Bamda B

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